Você ama seu filho.
Você faria qualquer coisa para ajudá-lo.
Mas amar profundamente uma criança não significa automaticamente saber o que fazer quando tudo começa a sair do controle.
Às vezes você tenta conversar…
e parece piorar.
Tenta abraçar…
e ele não quer ser tocado.
Tenta explicar…
mas parece que naquele momento nada chega até ele.
E quando tudo finalmente passa…
pode chegar o silêncio.
O cansaço.
E aquela pergunta incômoda:
“Será que eu poderia ter feito alguma coisa diferente?”
Existe algo importante que todo pai e toda mãe precisam compreender:
nem todo comportamento difícil é simplesmente “mau comportamento”.